domingo, 22 de abril de 2018

Há um déficit ético no debate eleitoral de 2018


O noticiário político virou um necrotério. Há cadáveres demais nas manchetes. São tantos e tão disseminados os escândalos que a ética deveria ser guindada ao patamar de tema obrigatório da temporada eleitoral. Ocorre, porém, o oposto.
Numa disputa que envolve sujos e mal lavados, os maiores partidos —PMDB, PT, PSDB— e seus satélites não cogitam falar de corrupção a não ser em legítima defesa.
Há um déficit ético no debate pré-eleitoral
O eleitor que for buscar no discursos dos candidatos ou na propaganda eleitoral dos partidos os parâmetros morias para tomar suas decisões em 2018 arrisca-se a tirar não conclusões, mas confusões por contra própria.

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